TSE lança mascote Pilili para Eleições 2026 e enfrenta nova onda de ataques às urnas eletrônicas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou a mascote Pilili para promover as Eleições 2026, mas o lançamento reacendeu ataques às urnas eletrônicas nas redes sociais. A personagem, cujo nome remete ao som da urna ao confirmar o voto, será usada em campanhas para incentivar a participação popular. O TSE reforça que, em 30 anos de uso, não houve comprovação de fraudes no sistema eletrônico.
Contexto e lançamento da mascote
O TSE lançou a mascote Pilili durante evento que celebrou os 30 anos da urna eletrônica. Segundo a Corte, a personagem percorrerá o país para estimular a participação da sociedade nas eleições de 2026, que definirão presidente, governadores, senadores e deputados. O nome Pilili é uma referência ao som emitido pela urna ao confirmar o voto. A ministra Cármen Lúcia, em discurso, destacou que o sistema eletrônico eliminou fraudes históricas do processo em papel, como votos duplicados ou resultados manipulados.
Ataques recorrentes e defesa do sistema
O lançamento da mascote reacendeu ataques às urnas eletrônicas nas redes sociais, repetindo questionamentos infundados sobre a segurança do sistema. Em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro foi condenado pelo TSE por abuso de poder após disseminar suspeitas sem provas durante reunião com embaixadores. O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Julio Valente, reforçou que não há comprovação de fraudes desde a implantação das urnas em 1996, ao contrário do período anterior, marcado por irregularidades no voto em papel.