Empreendedores vendem app de limpeza de caixa de entrada por US$ 4 milhões sem largar empregos fixos; IA foi chave no processo
Dois engenheiros de software, Jordan Gaston e David Emelianov, desenvolveram o app Trimbox enquanto mantinham seus empregos em grandes empresas de tecnologia. A startup foi vendida por mais de US$ 4 milhões no final de 2025. A inteligência artificial foi fundamental para otimizar tempo e reduzir custos no desenvolvimento e venda do negócio.
A trajetória dos fundadores e a criação do Trimbox
Jordan Gaston e David Emelianov se conheceram ainda no ensino fundamental e reconectaram em 2017, quando ambos trabalhavam em Seattle — Gaston na Amazon e Emelianov na Microsoft. Gaston deixou a Amazon durante a pandemia e trabalhou em uma startup menor antes de ingressar em uma fintech. Emelianov, por sua vez, deixou a Microsoft para trabalhar em uma startup própria, passou por outra empresa de tecnologia e, finalmente, se estabeleceu na Bay Area, onde atua em uma grande empresa de jogos. A ideia do Trimbox, um app de limpeza de caixa de entrada, surgiu durante um período de dois meses em que Gaston estava desempregado. Desde 2020, os dois trabalharam no projeto paralelamente aos seus empregos fixos. No momento da venda, o Trimbox registrava uma receita recorrente mensal de US$ 232 mil.
O papel da inteligência artificial no sucesso do projeto
A inteligência artificial foi um elemento crucial para que Gaston e Emelianov conseguissem equilibrar o desenvolvimento do Trimbox com suas carreiras em tempo integral. Segundo Emelianov, a IA permitiu economizar tempo e recursos, tanto no desenvolvimento do aplicativo quanto no processo de venda da empresa. Ferramentas de IA foram utilizadas para automatizar tarefas repetitivas, otimizar o código e até mesmo auxiliar na negociação e documentação necessária para a transação.