Mainha do Brega: Costureira de 63 anos vira sensação da música romântica e brega nas redes sociais
Fátima Mascarenhas, conhecida artisticamente como 'Mainha do Brega', abandonou a costura aos 63 anos para se tornar uma das novas sensações da música romântica e da seresta no Brasil. Com mais de 50 mil seguidores no Instagram e quase 90 mil no TikTok, ela alcançou 1,2 milhão de curtidas e 11 milhões de visualizações em seus vídeos. Seu primeiro projeto audiovisual, 'Recordações', reúne 15 regravações de clássicos do brega e da seresta, ultrapassando 1 milhão de visualizações no YouTube.
Trajetória e sucesso nas redes sociais
Natural de Teresina (PI) e atualmente moradora de Feira de Santana (BA), Fátima Mascarenhas adotou o nome artístico 'Mainha do Brega' e se destacou nas redes sociais com um estilo que mescla música romântica e seresta. Em poucos meses, acumulou mais de 50 mil seguidores no Instagram e cerca de 90 mil no TikTok, onde seus vídeos somam 1,2 milhão de curtidas e 11 milhões de visualizações. O engajamento nas plataformas pavimentou o lançamento de seu primeiro projeto audiovisual, 'Recordações', disponibilizado em 8 de maio de 2026.
Primeiro projeto audiovisual: 'Recordações'
'Recordações' é composto por 15 faixas, todas regravações de clássicos da música brega e da seresta. Entre os sucessos reinterpretados estão 'Porque Brigamos' (Diana, 1972), 'Naquela Mesa' (Nelson Gonçalves, 1971) e 'Foi Tudo Culpa do Amor' (Odair José, 1974). O projeto audiovisual ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações no YouTube, consolidando a presença de Mainha do Brega no cenário musical digital.
Da costura aos palcos: uma trajetória de superação
Antes de se dedicar à música, Fátima Mascarenhas teve uma vida marcada por trabalhos informais. Já atuou como dona de casa, vendedora de salgados, manicure e operadora de máquina em uma fábrica de costura. Sua paixão pelo canto, no entanto, remonta à infância em Teresina, onde brincava de 'auditório' com amigos e familiares. 'A gente brincava de auditório naquela época, então eu colocava todo mundo sentadinho nos banquinhos, nas taubinhas, e começava a cantar. Terminava que só quem cantava era eu', relembra a artista.