Hedge Funds Enfrentam Mercado Volátil no 1º Trimestre de 2026; Alguns Superam o S&P 500
Diversos fundos de hedge registraram retornos mistos no primeiro trimestre de 2026, com alguns superando o desempenho do S&P 500, que teve uma queda de 4,6%. Gerentes como Dmitry Balyasny e LMR Partners enfrentaram perdas, enquanto Schonfeld Strategic Advisors manteve estabilidade.
Desempenho Trimestral Variado
A empresa de Dmitry Balyasny, com US$ 29 bilhões em ativos, registrou uma nova contratação. Fundos de hedge como Schonfeld e North Rock apresentaram ganhos no primeiro trimestre de 2026. Em contraste, gerentes como Balyasny e LMR Partners tiveram prejuízos devido à volatilidade do mercado. O fundo de Balyasny teve uma queda de 4,3% em março e está em 3,8% negativo no ano. O ExodusPoint, focado em renda fixa, perdeu 4,5% em março. O fundo multistratégia da LMR Partners, com sede em Londres, recuou 2,4%.
Mitigação de Danos e Desempenho Positivo Anual
Algumas firmas conseguiram mitigar perdas. A Schonfeld Strategic Advisors, com US$ 19 bilhões em ativos, ficou estável em março e acumula uma alta de 0,9% no ano. Dymon Asia e Pinpoint Asset Management, firmas asiáticas de multistratégia, perderam 4,3% e 2,5% em março, respectivamente, mas permanecem positivas no ano.
Fatores de Mercado e Geopolíticos
O início do ano foi caótico para fundos de hedge devido a fatores relacionados ao governo do Presidente Donald Trump. Em 2025, tarifas generalizadas desestabilizaram o comércio global. Em 2026, ataques ao Irã por forças americanas e israelenses causaram turbulências nas economias globais. Muitos fundos macro foram prejudicados em março por uma aposta na queda das taxas de juros de curto prazo no Reino Unido e na Europa, que não se concretizou diante da expectativa de aumento da inflação por preços de energia mais altos.