Líderes mundiais repudiam ataque a jantar com Donald Trump em Washington
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros líderes globais condenaram o ataque ocorrido durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, onde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava presente. Um homem armado com espingarda, pistola e facas disparou no local, sendo detido pelo Serviço Secreto. Um agente foi ferido, mas passa bem. Trump e a primeira-dama, Melania Trump, foram retirados às pressas do evento.
Detalhes do ataque
Na noite de sábado (25/04), um homem armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas invadiu o hotel Hilton em Washington, onde ocorria o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca. O Serviço Secreto dos Estados Unidos deteve o atirador após ele disparar no local. Um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas seu estado de saúde não inspira preocupação. O presidente Donald Trump e a primeira-dama, Melania Trump, foram evacuados rapidamente do evento.
Reações internacionais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou repúdio ao ataque em suas redes sociais, afirmando: 'Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger'. Outros líderes mundiais também se pronunciaram. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, expressou alívio por Trump e sua esposa estarem 'sãos e salvos'. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, enviou 'os melhores votos de segurança e bem-estar' e ressaltou que 'a violência não tem lugar em uma democracia'. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que 'em democracias, as lutas são travadas com ideias; não há lugar para qualquer forma de violência'. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que ele e sua esposa ficaram 'chocados com a tentativa de assassinato' de Trump. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, conversou com Trump para expressar seu apoio.