Algas geneticamente modificadas podem eliminar microplásticos da água potável, aponta estudo
Pesquisadores desenvolveram uma técnica inovadora utilizando algas geneticamente modificadas para remover microplásticos da água potável. O método envolve a produção de extratos cítricos que atraem e aglomeram partículas plásticas, facilitando sua filtragem. A descoberta promete uma solução sustentável e eficaz para um dos maiores problemas ambientais da atualidade.
Como funciona a técnica das algas modificadas
Cientistas modificaram geneticamente algas para produzir extratos cítricos que atuam como ímãs biológicos, atraindo microplásticos dispersos na água. Esses extratos formam aglomerados de resíduos plásticos, permitindo que sistemas de filtragem municipais removam as partículas de forma mais eficiente. O processo foi detalhado em estudo publicado pela Science Daily e representa uma abordagem revolucionária no tratamento hídrico.
Riscos dos microplásticos à saúde humana
A ingestão contínua de microplásticos presentes na água potável pode causar danos celulares e inflamações no sistema imunológico. Essas partículas sintéticas atuam como desreguladores endócrinos, representando um risco significativo à saúde pública. A contaminação por microplásticos é considerada uma das maiores ameaças ambientais do século, exigindo soluções urgentes e eficazes.