Guilherme Derrite lança pré-candidatura ao Senado por SP em evento com Flávio Bolsonaro e críticas ao governo Lula
O ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP), oficializou sua pré-candidatura ao Senado durante evento em Sorocaba (SP) neste sábado (16). O ato contou com a presença do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), e autoridades locais, mas o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não compareceu por motivos de saúde. Derrite classificou facções criminosas como organizações terroristas e criticou o governo do PT, enquanto Flávio Bolsonaro reforçou discurso de resistência contra a oposição e o presidente Lula.
Contexto político e discursos
Guilherme Derrite (PP) lançou sua pré-candidatura ao Senado por São Paulo em evento realizado em Sorocaba, no interior do estado. O ex-secretário de Segurança Pública foi acompanhado por Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, e autoridades como o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos). O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que também estava previsto para participar, não compareceu por questões de saúde. Durante o evento, foram exibidos vídeos promocionais de Derrite e Tarcísio, além de mensagens em áudio do ex-presidente Jair Bolsonaro e vídeos de Carlos e Eduardo Bolsonaro. A vereadora Tatiane Costa (PL) entregou a Flávio Bolsonaro o Título de Cidadão Sorocabano, e o presidente da Assembleia Legislativa de SP (Alesp), André do Prado, discursou. Derrite destacou sua trajetória na segurança pública e criticou o crescimento do crime organizado durante os mandatos do PT. "O crime organizado no Brasil só cresceu em cinco mandatos do PT na presidência da República. O senador Flávio Bolsonaro é o único que tem capacidade e coragem pra falar pra população e dizer 'sim, PCC e Comando Vermelho são organizações terroristas'", afirmou. Flávio Bolsonaro, por sua vez, reforçou seu discurso de resistência contra a oposição e o presidente Lula. "Aquele que na dificuldade é fraco, é porque é realmente um fraco. Me subestimaram, mais uma vez. Achando que vão me calar, que vão me intimidar. Mas eles se esqueceram que aqui tem sangue de Bolsonaro. Eu não vou desistir do Brasil", declarou.