Google altera sistema de cotas do Gemini e restringe uso gratuito com novo modelo de processamento
O Google anunciou mudanças no sistema de cotas do Gemini, substituindo o limite fixo de requisições diárias por um modelo baseado em consumo de processamento. A alteração afeta principalmente usuários gratuitos, que terão acesso reduzido a recursos avançados como Deep Research e geração de imagens. Assinantes pagos também enfrentam ajustes, com cotas variáveis conforme a complexidade das tarefas.
Mudança no cálculo de cotas
A partir de 19 de maio de 2026, o Google abandonou o sistema de número fixo de requisições diárias no Gemini, adotando um modelo baseado em consumo de processamento. Agora, tarefas mais complexas, como pesquisas aprofundadas com Deep Research ou geração de imagens, consomem uma parcela maior da cota disponível. O novo sistema considera três fatores: complexidade do prompt, recursos utilizados (como geração de imagens e vídeos) e tamanho do histórico de conversa. As cotas são renovadas a cada cinco horas, dentro de um limite semanal.
Impacto nos planos de assinatura
Os planos pagos do Gemini também foram ajustados, com multiplicadores de capacidade em relação ao acesso gratuito. O Google AI Plus oferece o dobro do limite padrão, enquanto o Google AI Pro disponibiliza quatro vezes mais capacidade. O Google AI Ultra, por sua vez, amplia o limite em 20 vezes. Recursos avançados, como modelos com raciocínio estendido e geração de imagens com Nano Banana, agora consomem mais cota, especialmente para usuários gratuitos, que terão acesso limitado a essas funcionalidades.