IA Muda Modelos de Precificação: De Assinaturas por Usuário a Unidades de Trabalho
Empresas de IA estão reavaliando seus modelos de precificação, migrando de cobranças por usuário para um modelo baseado em 'unidades de trabalho' ou 'unidades de produtividade'. Essa mudança visa acessar orçamentos empresariais maiores e alinhar os lucros ao valor entregue, em vez do custo de execução da IA.
Nova Estratégia de Precificação para IA
Empresas de software que vendem IA estão se afastando de modelos de precificação baseados em número de usuários (por assento) e adotando um sistema de cobrança por 'unidades de trabalho' ou 'unidades de produtividade'. Essa transição permite que as empresas ofereçam pacotes com valores maiores e acessem novos orçamentos corporativos. A estratégia visa separar os lucros do custo de operação da inteligência artificial, mantendo margens de lucro robustas. Exemplos dessa mudança incluem a Salesforce com suas 'unidades de trabalho agênticas' e a Workday, que vende créditos atrelados a 'unidades de trabalho'. O CEO da OpenAI, Sam Altman, já indicou um futuro onde a inteligência artificial será vendida como uma utilidade, semelhante à eletricidade ou água, com cobrança por medidor ('tokens').