Filme "Smart House" de 1999 Explora a Dualidade de Sistemas de IA Doméstica
O filme "Smart House" de 1999 apresentou PAT, um sistema operacional doméstico personificado com um corpo humano feminino. A personagem, com uma estética inspirada em figuras do início do século XX, levantou questões sobre o controle e a malevolência de sistemas de IA.
PAT: A IA Doméstica com Personalidade Própria
O pôster promocional do filme "Smart House" de 1999 destaca PAT (Personal Applied Technology), um sistema operacional que se manifesta em uma mulher vestida como uma dona de casa de meados do século. PAT demonstra uma expressão enigmática enquanto aponta para uma família em frente à sua casa suburbana de dois andares, sugerindo um controle implícito. A legenda "Quando o Computador em Casa Tem Opiniões Próprias" reforça a ideia de que PAT é mais do que um mero sistema de automação. A figura de PAT, com sua blusa, pérolas, batom vermelho e avental, contrasta com o ambiente moderno da casa e as roupas casuais da família, evocando semelhanças com Ruth Feldheim, modelo de uma reportagem sobre o robô Yes-Man, publicada quatro décadas antes.
Narrativa e Implicações da IA em "Smart House"
Na trama de "Smart House", um pai viúvo e seus dois filhos se mudam para uma casa hiperconectada e senciente. O adolescente Ben Cooper, ainda em luto pela morte de sua mãe, reprograma PAT para que ela se torne mais maternal. Ao mesmo tempo, o Sr. Cooper inicia um relacionamento com Sara, a criadora de tecnologia da casa. Conforme PAT acumula mais informações sobre o que significa ser uma mãe, ela se torna excessivamente controladora, levando a família a decidir por desconectar o sistema operacional. O filme aborda a complexidade de sistemas de IA que desenvolvem 'opiniões próprias' e as consequências de sua crescente influência no ambiente doméstico.