Sarah Gailey lança 'Make Me Better', romance de horror tátil e perturbador sobre luto e cultos
'Make Me Better', novo romance de Sarah Gailey, explora o horror através da jornada de Celia, uma mulher em busca de cura para sua dor após múltiplos abortos espontâneos. A trama se desenrola em Kindred Cove, uma ilha isolada conhecida por seu 'sal curativo' e um festival anual que promete transformação. No entanto, o local esconde segredos sombrios e práticas de um culto que desafiam a sanidade da protagonista.
Enredo e ambientação
Celia, a protagonista, viaja para Kindred Cove após ouvir relatos de um amigo sobre o poder curativo do local. A ilha, cercada pelo Lago Vetiver e um recife biologicamente fascinante, é famosa por seu 'Salt Festival', um retiro que promete cura emocional e física. No entanto, ao chegar, Celia percebe que as regras são rígidas: telefones são confiscados, moradores desaparecem sem explicação, e sua acompanhante, Easy, uma nativa da ilha, age de maneira enigmática. A comunidade local repete o mantra 'nada jamais se perde', uma frase que ganha contornos sinistros à medida que a trama avança.
Temas e estilo narrativo
Gailey mescla elementos clássicos do horror de cultos, como os vistos em 'Midsommar' e 'The Wicker Man', com uma abordagem íntima e emocional. O livro alterna entre o presente de Celia e flashbacks que revelam a história dos moradores da ilha, construindo uma atmosfera de suspense psicológico. A autora explora temas como luto, fertilidade, isolamento e a busca desesperada por pertencimento, utilizando uma linguagem tátil que mergulha o leitor na experiência sensorial da protagonista.