Guerra no Irã Gera Divisão no Apoio a Donald Trump; Críticas de Aliados e Mídia Se Intensificam
A recente guerra no Irã tem provocado reações negativas e divisões no eleitorado e entre aliados de Donald Trump. Críticos apontam para contradições em suas políticas, enquanto a mídia destaca o crescente descontentamento dentro da coalizão MAGA.
Reações de Mídia e Críticos
Lawrence O’Donnell, apresentador do 'The Last Word', satirizou declarações anteriores de Trump de que 'pessoas inteligentes não gostam dele', ressaltando que a guerra no Irã afastou até mesmo eleitores de sua base MAGA. Nicolle Wallace, do 'Deadline: White House', afirmou que a coalizão MAGA está 'literalmente se desfazendo em público' devido a promessas de campanha quebradas, incluindo o fim de 'guerras intermináveis'. Ela mencionou críticas de figuras como Megyn Kelly e Ann Coulter. Rachel Maddow, em seu programa, criticou Trump por, segundo ela, fazer favores à Rússia enquanto o país auxilia o Irã, citando a permissão para um navio russo atravessar um bloqueio dos EUA em Cuba para fornecer petróleo. Stephen Colbert, em seu monólogo, mencionou que a guerra no Irã é um fator para a participação nos protestos 'No Kings', e que Trump envia mensagens conflitantes sobre o conflito, ponderando entre uma saída rápida e uma escalada dramática.
Descontentamento e Promessas Quebradas
Segundo Wallace, muitos que votaram em Trump estão confrontando traições, não apenas em relação à guerra no Irã, mas também em questões econômicas. Um podcaster chamado Shawn Ryan foi citado criticando Trump por quebrar promessas de campanha, como o fim de 'guerras intermináveis'. Megyn Kelly e Tucker Carlson foram mencionados como apoiadores proeminentes que criticaram a decisão de Trump de atacar o Irã, com Kelly questionando se as mortes de militares americanos foram 'pelo Irã ou por Israel'.