CEO's enfrentam desafios sem precedentes em 2026, com IA e geopolítica exigindo reavaliações constantes de estratégia
A função de CEO tornou-se uma das mais difíceis, com o número de questões críticas na agenda de gestão dobrando. A inteligência artificial e a geopolítica forçam reavaliações estratégicas contínuas, resultando na redução do tempo médio de permanência no cargo.
Impacto da IA e Geopolítica no Mandato de CEOs
Kurt Strovink, líder de serviços globais para CEO na McKinsey & Company, afirma que 2026 é um período desafiador para a liderança executiva. A rápida evolução da inteligência artificial (IA) e os desenvolvimentos geopolíticos exigem que os CEOs reavaliem suas estratégias de forma quase constante. Atualmente, os executivos estão focados em implementar IA em larga escala, indo além dos programas piloto. Essa complexidade crescente tem levado a uma diminuição nas tenuras de CEO. Dados da consultoria Russell Reynolds indicam que a média de permanência de CEOs em 2025 foi de 7,1 anos, uma queda em relação aos anos anteriores (7,4 em 2024 e 8,3 em 2023). Strovink descreve a função de CEO como impossível de superar pelo trabalho, pois "ela o superará".