Microsoft defende recurso 'Low Latency' do Windows 11 após críticas por aumento pontual de frequência da CPU
A Microsoft respondeu a críticas sobre o novo modo 'Low Latency' do Windows 11, que eleva temporariamente a frequência do processador para acelerar a abertura de aplicativos. Executivo da empresa afirmou que a prática é comum em sistemas operacionais modernos, como macOS e Linux, e não configura 'trapaça'. Usuários questionaram a necessidade do recurso, mas a Microsoft reforçou que se trata de uma técnica padrão para reduzir latência.
Reações e defesa da Microsoft
O modo 'Low Latency Profile' foi identificado em testes do Windows 11 no início de maio de 2026 como parte do projeto Windows K2, focado em melhorias de desempenho. Usuários nas redes sociais criticaram a prática, alegando que a elevação pontual da frequência da CPU seria uma 'falta de respeito' ao hardware e aos usuários. Um dos comentários destacou: 'Se um sistema operacional precisa disso para parecer fluido, ele é péssimo'. Scott Hanselman, executivo da equipe técnica da Microsoft, rebateu as críticas em publicações no X (antigo Twitter). Segundo ele, 'todos os sistemas operacionais fazem isso, incluindo macOS e Linux', e a técnica é uma forma de priorizar tarefas interativas para reduzir a latência percebida. Hanselman comparou o recurso ao funcionamento de smartphones, onde toques na tela acionam núcleos da CPU e elevam temporariamente a frequência antes de retornar ao estado ocioso.
Contexto técnico e impacto
O 'Low Latency Profile' é descrito como uma estratégia de escalonamento dinâmico de frequência, comum em sistemas operacionais modernos para otimizar a experiência do usuário. A Microsoft não divulgou detalhes sobre quando o recurso será implementado oficialmente no Windows 11, mas testes indicam que ele faz parte de uma série de ajustes no projeto Windows K2, que visa aprimorar o desempenho geral do sistema.