Meta recusa permissão para Conselho de Supervisão assessorar outras empresas de IA
O Conselho de Supervisão da Meta, órgão responsável por decisões de moderação de conteúdo, enfrenta questionamentos sobre seu papel devido a prioridades em mudança e investimentos reduzidos. Embora o conselho tenha demonstrado interesse em trabalhar com outras empresas, especialmente no campo da inteligência artificial, a Meta recusou-se a avançar com esse plano.
Interesse em IA e Falta de Aprovação da Meta
Membros do Conselho de Supervisão demonstraram crescente interesse em políticas de inteligência artificial e como sua experiência em moldar regras de conteúdo da Meta poderia ser aplicada ao aconselhamento de empresas de IA generativa. Algumas empresas de IA sinalizaram internamente estarem abertas a colaborar com o conselho. As conversas com a Meta sobre essa possibilidade começaram no outono do ano passado, mas exigiam a aprovação da empresa para alterações nos documentos legais que regem as operações do conselho. No entanto, a Meta ainda não indicou sua disposição em fazer essas mudanças, que provavelmente necessitariam de aprovação executiva de alto nível. A Meta tem incentivado o conselho a buscar fontes adicionais de financiamento.
Possibilidade de Colaboração com Outras Empresas
O co-presidente do Conselho de Supervisão, Paolo Carozza, mencionou em dezembro discussões preliminares entre o conselho e empresas de IA, embora não tenha nomeado quais. Ele observou que o momento atual, impulsionado pela IA generativa, LLMs e chatbots, apresenta novos desafios e danos para usuários dessas tecnologias, atraindo um escrutínio considerável. Até o momento, nenhuma outra empresa demonstrou publicamente interesse em trabalhar com o grupo, apesar de conversas nos bastidores terem ocorrido.