Ataque a tiros em jantar com Trump nos EUA deixa um ferido e suspeito é preso; líderes mundiais reagem
Um ataque a tiros ocorreu durante um jantar de correspondentes da Casa Branca em Washington D.C., com a presença do presidente Donald Trump e outras autoridades. O suspeito, Cole Allen, de 31 anos, foi preso e admitiu querer atirar em integrantes do governo Trump. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido. Trump e a primeira-dama Melania foram evacuados em segurança, e líderes mundiais, como Claudia Sheinbaum e Javier Milei, condenaram o incidente.
Detalhes do ataque e segurança no evento
O ataque aconteceu na noite de sábado (25) durante o tradicional jantar de correspondentes da Casa Branca, realizado em um hotel em Washington D.C. Segundo relatos da repórter Raquel Krahenbuhl, da TV Globo, a segurança no evento era considerada fraca, sem revistas ou detectores de metais, apenas uma checagem de ingressos na entrada. Os tiros foram ouvidos quando os convidados começavam a jantar, levando os presentes a se abrigarem debaixo das mesas. Agentes do Serviço Secreto fortemente armados entraram no salão para proteger as autoridades, incluindo Trump, que foi rapidamente evacuado.
Motivação e investigação do suspeito
O suspeito, identificado como Cole Allen, de 31 anos, foi preso e admitiu às autoridades que pretendia atirar em integrantes do governo Trump. Segundo a CBS News, Allen não especificou quais autoridades seriam seus alvos. O FBI assumiu a investigação, e Allen será formalmente acusado na segunda-feira (27). Trump afirmou em coletiva na Casa Branca que não sabia se o ataque tinha motivações políticas, mas acredita que ele era o alvo principal.
Reações internacionais ao incidente
Líderes mundiais condenaram o ataque e expressaram alívio pela segurança de Trump e Melania. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que 'a violência nunca deve ser o caminho'. O presidente da Argentina, Javier Milei, repudiou o atentado e criticou a 'retórica violenta da esquerda em todo o mundo'. Nos EUA, figuras como Nancy Pelosi e Gavin Newsom também condenaram a violência, enquanto a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, classificou o incidente como uma 'tentativa de agressão'.