Tiroteio no White House Correspondents’ Dinner expõe falhas no treinamento do Serviço Secreto dos EUA
Um agente do Serviço Secreto dos EUA foi baleado durante tentativa de ataque no jantar anual de correspondentes da Casa Branca, realizado em 25 de abril de 2026. O presidente Donald Trump classificou o estado do agente como 'ótimo', mas o incidente reacendeu críticas sobre a eficácia do treinamento da agência. Em 2019, o Business Insider acompanhou o treinamento de novos recrutas no James J. Rowley Training Center, em Maryland, onde a missão é descrita como 'zero falhas'.
Treinamento rigoroso e cultura de 'zero falhas'
O Serviço Secreto dos EUA, responsável pela proteção do presidente e de outras autoridades, opera sob a premissa de uma missão de 'zero falhas'. Em 2019, o Business Insider teve acesso exclusivo ao James J. Rowley Training Center, em Laurel, Maryland, onde novos agentes são preparados para enfrentar ameaças em tempo real. Durante o treinamento, os recrutas recebem palestras sobre a importância da vigilância constante e da antecipação de riscos, como destacou o tenente Christopher Fagan, falecido em 2023. No entanto, o tiroteio ocorrido durante o White House Correspondents’ Dinner em 2026, que deixou um agente ferido, levantou questionamentos sobre a capacidade da agência de evitar falhas em eventos de alto risco.
Incidente no jantar de correspondentes e reações
Durante o evento anual, um atirador abriu fogo próximo ao local onde o presidente Donald Trump discursava. Um agente do Serviço Secreto foi atingido no colete à prova de balas e, segundo Trump, encontra-se em 'ótimo estado'. O suspeito foi detido pelas autoridades, mas o episódio reacendeu debates sobre a segurança em eventos públicos com a presença de figuras políticas. O Serviço Secreto, que já havia sido criticado após a tentativa de assassinato de Trump em 2024, enfrenta pressão para revisar seus protocolos de proteção.