Disputa pelo governo de Minas Gerais tem reviravoltas com retorno de Cleitinho, desistência de Aro e novas alianças
A corrida pelo governo de Minas Gerais registrou mudanças significativas nesta semana, incluindo o retorno do senador Cleitinho (Republicanos) à disputa após desistência inicial, a saída de Marcelo Aro (PP) da candidatura e o lançamento de Flávio Roscoe (PL). Novas coligações foram anunciadas, como a aliança entre PSD e União Progressista, com Danilo de Castro (União Brasil) como vice de Mateus Simões (PSD).
Retorno de Cleitinho à disputa
O senador Cleitinho (Republicanos) confirmou sua candidatura ao governo de Minas Gerais na noite de sexta-feira (7), revertendo a decisão anunciada na segunda-feira (3) de não disputar o cargo. A desistência inicial foi justificada pelo presidente nacional do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira, como uma decisão 'espontânea diante do momento difícil' vivido por Cleitinho após a morte de seu irmão, Matheus Augusto Azevedo, em 18 de julho. Durante a convenção nacional do partido, Cleitinho voltou a pedir para ser candidato, mas teve o pedido negado. A confirmação da candidatura ocorreu em coletiva de imprensa em Divinópolis, com apoio de Marcos Pereira.
Desistência de Marcelo Aro e novas candidaturas
Marcelo Aro (PP) desistiu de sua candidatura ao governo de Minas Gerais, enquanto Flávio Roscoe (PL) foi oficialmente lançado como candidato pelo partido. Além disso, o PSD formalizou aliança com a Federação União Progressista, indicando Danilo de Castro (União Brasil) como vice na chapa de Mateus Simões (PSD), apesar de um acordo prévio que previa a indicação do vice pelo Novo. Jarbas Soares Júnior (PSB) foi anunciado como vice na chapa de Patrus Ananias (PT). Os partidos têm até 15 de agosto para registrar as candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).