Meta demite 8 mil funcionários e reforça foco em inteligência artificial; Zuckerberg admite que 'sucesso não é garantido'
A Meta, empresa controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, oficializou nesta quarta-feira (20) a demissão de 8 mil funcionários, cerca de 10% de seu quadro global. Em memorando interno, o CEO Mark Zuckerberg justificou os cortes como parte de uma reestruturação para priorizar investimentos em inteligência artificial (IA), classificada por ele como 'a tecnologia mais importante das nossas vidas'. Apesar do otimismo, Zuckerberg reconheceu que 'o sucesso não é garantido' e que ajustes seriam necessários.
Contexto das demissões e foco em IA
As demissões na Meta foram anunciadas com um mês de antecedência, mas os funcionários afetados só receberam a confirmação nesta quarta-feira. Segundo Zuckerberg, as mudanças visam redirecionar recursos para áreas estratégicas, como infraestrutura, modelos fundacionais e monetização de IA. Equipes não alinhadas a esses objetivos foram as mais impactadas. O CEO também congelou contratações e realocou colaboradores para novos cargos voltados à IA, garantindo que não haverá novos cortes em massa em 2026.
Reações e impacto interno
Em comunicado interno obtido pelo *The New York Times*, Zuckerberg expressou gratidão aos demitidos, destacando suas contribuições para a empresa. No entanto, ressaltou que as mudanças eram essenciais para posicionar a Meta como líder na próxima geração tecnológica. A decisão reflete um movimento global de empresas de tecnologia, que buscam equilibrar investimentos em IA com a necessidade de reduzir custos operacionais.