Taxa de desemprego no Brasil atinge 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, menor índice desde 2013
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,8% no trimestre móvel encerrado em abril de 2026, conforme dados da PNAD Contínua divulgados pelo IBGE. Este é o menor patamar registrado desde 2013, refletindo uma melhora contínua no mercado de trabalho brasileiro. Especialistas destacam a resiliência econômica e a geração de empregos formais como fatores-chave para a redução.
Contexto e comparação histórica
O índice de 5,8% representa uma queda significativa em relação aos anos anteriores e marca o menor nível de desemprego desde 2013, quando a série histórica da PNAD Contínua começou a ser divulgada. A redução reflete uma tendência de recuperação do mercado de trabalho, impulsionada por políticas de estímulo à economia e pela retomada de setores-chave, como serviços e indústria. Em comparação com o mesmo período de 2025, quando a taxa estava em 6,7%, a queda é de quase um ponto percentual.
Impacto no mercado de trabalho
A melhora no índice de desemprego é acompanhada por um aumento na formalização dos postos de trabalho. Segundo o IBGE, o número de trabalhadores com carteira assinada cresceu, enquanto a informalidade apresentou leve recuo. Setores como comércio, construção civil e tecnologia da informação foram os que mais contribuíram para a geração de empregos. Além disso, a pesquisa aponta que 71% dos trabalhadores brasileiros não temem perder seus empregos, o melhor índice de confiança desde 2013.