Amanda Knox rebate petição que pede cancelamento de seu show no Edinburgh Fringe Festival
Amanda Knox respondeu a uma petição que pede o cancelamento de seu show 'Cartwheel' no Edinburgh Fringe Festival, acusando os críticos de fazerem 'muitas suposições falsas'. O espetáculo aborda temas como maternidade e violência contra mulheres, mas foi criticado por supostamente desrespeitar a memória de Meredith Kercher, sua ex-colega de quarto assassinada na Itália em 2007. A petição, que ultrapassou 10 mil assinaturas, alega que o show normaliza a violência contra mulheres.
Conteúdo do show e defesa de Knox
Amanda Knox, que passou quase quatro anos presa na Itália após o assassinato de sua colega de quarto Meredith Kercher em 2007, defendeu seu show 'Cartwheel', que estreou no Edinburgh Fringe Festival. Segundo Knox, o espetáculo aborda a maternidade e os desafios de criar uma filha em um mundo 'injusto e perigoso para mulheres', além de destacar 'o custo de ser o tipo de mãe que conta a verdade sobre isso'. Ela afirmou que a petição, que pede o cancelamento do show, contém 'muitas suposições falsas' e 'distorce completamente' o conteúdo da apresentação, já que nenhum dos signatários assistiu ao espetáculo.
Controvérsia e acusações
A petição, lançada por Sally Alington, ex-colega de trabalho de Meredith Kercher, acusa Knox de 'desrespeitar a memória de Meredith' e 'normalizar a violência contra mulheres' ao tratar de forma leve um evento 'aterrorizante'. No entanto, Knox rebateu as críticas, afirmando que 'Cartwheel' 'honra a memória de Meredith Kercher e denuncia a violência cometida contra ela e contra mim'. Ela classificou a petição como uma tentativa de 'envergonhar e vilificar uma mulher injustiçada para silenciá-la', reforçando que o Edinburgh Fringe é o local ideal para discutir temas como esse.