Jornalista relata efeitos de cortar açúcar refinado por seis semanas e desafios da mudança
A jornalista Melissa Hogenboom documentou sua experiência ao eliminar açúcares refinados e adicionados da dieta por seis semanas. O desafio incluiu evitar alimentos com aditivos e seguir recomendações da OMS, que limitam o consumo diário a cerca de 25 gramas de açúcar livre. Ela manteve o consumo de frutas inteiras e carboidratos complexos, mas enfrentou dificuldades para adaptar-se à ausência de doces.
Contexto e motivação
Melissa Hogenboom, jornalista especializada em saúde e bem-estar, decidiu testar os efeitos de cortar açúcares refinados e adicionados de sua dieta após observar o impacto negativo do consumo excessivo. Segundo diretrizes do Reino Unido, a recomendação é ingerir menos de 30 gramas (sete colheres de chá) de açúcar por dia. No Brasil, a OMS sugere que o consumo de açúcares livres não ultrapasse 10% das calorias diárias, idealmente ficando abaixo de 5%, o que equivale a cerca de 25 gramas (seis colheres de chá) por dia. Hogenboom consumia regularmente chocolates e doces que, em alguns casos, ultrapassavam metade da recomendação diária de açúcar.
Desafios da mudança alimentar
Durante o período de seis semanas, Hogenboom evitou alimentos com açúcar refinado adicionado, incluindo mel e sucos de frutas. No entanto, manteve o consumo de açúcares naturais presentes em frutas inteiras e carboidratos complexos. A jornalista destacou que, embora sua alimentação já fosse baseada em comida caseira, a ausência de doces representou um desafio significativo, especialmente por seu hábito diário de consumir chocolates. O objetivo do teste foi observar os impactos físicos e cognitivos da redução drástica de açúcar na rotina.