Nova etiqueta de eficiência energética para geladeiras entra em vigor no Brasil em 2026
O governo brasileiro implementou uma nova classificação de eficiência energética para geladeiras, reduzindo as categorias de seis para três. A medida visa economizar energia e reduzir emissões de CO₂, impactando diretamente no consumo e no bolso dos consumidores. Produtos com etiquetas antigas ainda podem ser vendidos até o fim de 2026.
Mudanças na classificação de eficiência energética
A nova etiqueta de eficiência energética para geladeiras entrou em vigor no Brasil, simplificando a classificação anterior, que contava com seis categorias (A+++ a C). Agora, apenas três categorias permanecem: A (mais econômica), B e C. As categorias menos eficientes (D, E e F) foram extintas, pois não atendiam aos novos padrões de consumo máximo estabelecidos pelo Ministério de Minas e Energia. A regra se aplica tanto a produtos fabricados no Brasil quanto aos importados. Geladeiras com a etiqueta antiga ainda podem ser comercializadas, mas apenas até o final de 2026. A partir de 2027, somente modelos das categorias A, B e C serão permitidos nas lojas.
Impacto no consumo e no meio ambiente
De acordo com o Inmetro, as geladeiras das novas categorias (A, B e C) são, em média, 17% mais eficientes no consumo de energia em comparação aos modelos antigos. A estimativa do governo é que a medida contribua para a redução de aproximadamente 5,7 milhões de toneladas de emissões de gás carbônico (CO₂) até 2030. Além disso, os consumidores poderão observar uma economia significativa na conta de luz. Especialistas destacam que a escolha de eletrodomésticos mais eficientes é fundamental para famílias que buscam reduzir gastos mensais, especialmente em um cenário de orçamento limitado.
Reações dos consumidores
Consumidores entrevistados destacaram a importância de estar atento às novas etiquetas para evitar gastos desnecessários. "A gente compra uma que economiza mais, aí na hora que você vai pagar a conta, você vê a diferença de preço, de valor da conta de luz", afirmou a diarista Elizabeth dos Santos. Técnicos e especialistas reforçam que, além do preço de compra, é essencial considerar o consumo energético do aparelho para garantir uma escolha econômica e sustentável a longo prazo.