Família de Aaron Carter chega a acordo com clínica psiquiátrica por prescrição de Xanax
A família do cantor Aaron Carter fechou um acordo judicial com uma clínica psiquiátrica dos Estados Unidos após ação movida em nome do filho pequeno do artista, Prince Carter. A ação alegava que a prescrição excessiva de Xanax contribuiu para a morte de Aaron, ocorrida por afogamento em 2022, em um caso ligado ao uso de drogas.
Contexto do caso
A ação por morte culposa foi iniciada em 2023 pela família de Aaron Carter, representando seu filho, Prince Carter, que na época tinha apenas um ano de idade. O processo apontava que a clínica psiquiátrica teria prescrito doses elevadas de Xanax (alprazolam) ao cantor, um medicamento ansiolítico conhecido por seus riscos de dependência e efeitos colaterais graves quando combinado com outras substâncias. Aaron Carter foi encontrado morto em sua banheira em novembro de 2022, com laudos indicando afogamento e influência de drogas como causa da morte.
Detalhes do acordo
Os termos do acordo não foram divulgados publicamente, mas fontes próximas ao caso confirmaram que a clínica psiquiátrica envolvida concordou em resolver a disputa fora dos tribunais. A família de Carter buscava reparação financeira e responsabilização da instituição, alegando negligência no tratamento do artista. O acordo encerra uma batalha judicial que durou mais de dois anos e que poderia ter exposto detalhes sensíveis sobre a saúde mental de Aaron Carter e seu histórico de dependência química.