American Airlines e Alaska Airlines discutem parceria mais profunda, mas descartam fusão
American Airlines e Alaska Airlines exploram uma expansão significativa de sua parceria existente, incluindo possíveis acordos de codeshare e benefícios recíprocos para membros de programas de fidelidade. O CEO da American, Robert Isom, destacou a relação 'ótima' entre as companhias, mas descartou uma fusão, enfatizando foco em oportunidades de parceria e aquisição de ativos. A Alaska Airlines, por sua vez, finaliza sua fusão com a Hawaiian Airlines.
Contexto da parceria atual
Atualmente, American Airlines e Alaska Airlines mantêm uma parceria de codeshare e fidelidade, permitindo que membros dos programas AAdvantage (American) e Atmos (Alaska) acumulem e resgatem milhas nos voos de ambas as companhias. Além disso, oferecem benefícios como upgrades gratuitos para passageiros elite. Ambas são membros da aliança Oneworld, o que facilita conexões globais para os passageiros.
Possíveis desdobramentos da nova parceria
Embora não tenha sido detalhado o formato exato da expansão, uma possibilidade é a criação de uma *joint venture* (JV), onde as empresas coordenariam horários, preços e operações em mercados específicos, compartilhando receitas e custos. Esse modelo exigiria aprovação antitruste de reguladores. A American já possui JVs internacionais com empresas como British Airways, Iberia, Japan Airlines e Qantas Airways. O CEO Robert Isom reforçou que a American está aberta a parcerias, mas não a uma fusão com a Alaska.
Impacto da fusão Alaska-Hawaiian Airlines
A Alaska Airlines está em processo de conclusão de sua fusão com a Hawaiian Airlines, marcada pela migração da Hawaiian para o sistema de reservas da Alaska na quarta-feira (22). Essa integração pode influenciar futuras decisões estratégicas da Alaska, incluindo sua relação com a American Airlines. A fusão amplia a presença da Alaska no Pacífico, enquanto a parceria com a American fortaleceria sua posição nos mercados doméstico e internacional.