Operação Epic Fury: EUA realizam 62 missões de bombardeio contra o Irã, consumo massivo de energéticos e café é destacado
A Operação Epic Fury, campanha militar dos EUA contra o Irã, compreendeu 62 missões de bombardeio, com 18 delas envolvendo voos de ida e volta dos Estados Unidos com duração superior a 30 horas. A campanha resultou em mais de 13.000 alvos atingidos no Irã, incluindo sistemas de defesa aérea, infraestrutura nuclear e instalações de armazenamento de mísseis e drones. O alto escalão militar dos EUA também detalhou o consumo massivo de recursos logísticos, como 2 milhões de bebidas energéticas e cerca de um milhão de galões de café para sustentar as operações.
Detalhes das Missões e Alvos Atingidos
A Operação Epic Fury, conduzida pelos Estados Unidos, registrou um total de 62 missões de bombardeio contra o Irã. Dentre estas, 18 foram missões de ida e volta partindo dos EUA, cada uma com duração superior a 30 horas em voo. A campanha, que abrangeu mais de um mês de combates, resultou na destruição de mais de 13.000 alvos iranianos. Entre os alvos atingidos, destacam-se mais de 1.500 sistemas de defesa aérea, que representam aproximadamente 80% da capacidade do Irã neste setor, além de mais de 4.000 alvos dinâmicos que surgiram no campo de batalha. Instalações de armazenamento de mísseis balísticos (450) e drones de ataque unidirecional (800) também foram destruídas, assim como mais de 155 embarcações navais iranianas danificadas ou afundadas. Adicionalmente, mais de 700 minas navais foram neutralizadas, com mais de 95% delas destruídas. A capacidade industrial de defesa do Irã também foi severamente afetada.
Logística e Consumo de Recursos Durante a Operação
O General Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA, informou que a Operação Epic Fury foi sustentada por um considerável consumo de recursos logísticos. Estima-se que foram consumidos 2 milhões de bebidas energéticas, aproximadamente um milhão de galões de café e uma quantidade significativa de nicotina para apoiar as tropas. Caine ressaltou que a capacidade de realizar missões de longa duração a partir dos EUA é um diferencial logístico, implicando na participação de bombardeiros como os B-2 Spirit stealth, possivelmente operando de Whiteman Air Force Base, com reabastecimento em voo por petroleiros KC-135. Outros bombardeiros, como o B-1 Lancer e o B-52 Stratofortress, partiram de bases no Reino Unido para missões de apoio.