Senador colombiano Iván Cepeda denuncia interferência de grupos armados nas eleições presidenciais de 2026
O senador e candidato à presidência da Colômbia, Iván Cepeda Castro, reiterou acusações sobre a atuação de grupos armados para influenciar o voto dos cidadãos nas eleições de 31 de maio. Cepeda exigiu investigação rigorosa e punição aos responsáveis, classificando as ações como inaceitáveis e uma ameaça à autonomia eleitoral. As denúncias foram apresentadas em 5 de maio, com apoio de organizações sociais e autoridades locais.
Contexto das denúncias
Iván Cepeda Castro, líder da coalizão Aliança pela Vida e candidato à presidência pela segunda vez, denunciou em 14 de maio de 2026 a presença de grupos armados em território colombiano que estariam pressionando eleitores para influenciar o resultado das eleições presidenciais, marcadas para 31 de maio. Em publicação nas redes sociais, Cepeda afirmou: 'Condeno categoricamente qualquer tipo de pressão sobre os eleitores. Os responsáveis devem ser investigados e punidos com todo o rigor da lei'. A denúncia inicial foi feita em 5 de maio, com base em relatos de organizações sociais, autoridades locais e da Defensoria do Povo.
Reações e investigações
A denúncia de Cepeda ganhou repercussão após reportagens dos veículos Señal Colombia e Revista Raya revelarem detalhes do 'Projeto Júpiter', um suposto plano para manipular o eleitorado. O candidato, que lidera as pesquisas de intenção de voto no primeiro turno, enfrenta concorrência de nomes como Abelardo De la Espriella (extrema direita) e Paloma Valencia (direita). Cepeda reforçou que sua campanha e o Pacto Histórico, coalizão que integra, repudiam qualquer forma de coerção eleitoral e defendem a legitimidade do processo democrático.