Charlize Theron rebate Timothée Chalamet e defende ópera e balé: 'IA fará o trabalho dele, mas não substituirá performances ao vivo'
Charlize Theron criticou declarações de Timothée Chalamet sobre ópera e balé, chamando-as de 'imprudentes'. Ela afirmou que, em cerca de 10 anos, a inteligência artificial poderá realizar o trabalho de atores como Chalamet, mas nunca substituirá performances ao vivo no palco. A atriz destacou a disciplina e o valor dessas artes, que enfrentam dificuldades para se manterem relevantes.
Contexto das declarações de Chalamet
Em março de 2026, Timothée Chalamet afirmou em evento na Universidade do Texas, ao lado de Matthew McConaughey, que não queria que o cinema seguisse o mesmo caminho da ópera e do balé, descritos por ele como formas de arte pelas quais 'ninguém mais se interessa'. As declarações geraram críticas de profissionais das áreas, incluindo o tenor Andrea Bocelli, que defendeu a relevância contínua dessas artes por sua capacidade de transmitir 'beleza, verdade e emoção'.
Reação de Charlize Theron
Charlize Theron, em entrevista ao *New York Times*, classificou as falas de Chalamet como 'imprudentes' e destacou a importância de valorizar formas de arte que enfrentam desafios de audiência. 'Em cerca de 10 anos, a IA poderá fazer o trabalho de Timothée, mas nunca substituirá uma pessoa dançando ao vivo no palco', afirmou. Theron também ressaltou que a dança é uma das atividades mais disciplinadas que já praticou, ensinando-lhe 'disciplina, estrutura e trabalho árduo'.
Outras críticas e repercussão
Além de Theron, outras personalidades criticaram Chalamet, como Whoopi Goldberg, que o alertou para 'ter cuidado', e Conan O’Brien, que mencionou a polêmica em seu monólogo de abertura do Oscar. O diretor da Royal Ballet and Opera, em Londres, agradeceu a Chalamet por impulsionar as vendas de ingressos da instituição após a controvérsia. Theron estrelará *The Odyssey*, de Christopher Nolan, interpretando a ninfa Calypso, com lançamento previsto para 17 de julho de 2026.