Mangueira contesta interdição do Palácio do Samba pelo Corpo de Bombeiros e reafirma compromisso com comunidade
A Estação Primeira de Mangueira divulgou nota oficial em suas redes sociais contestando a interdição do Palácio do Samba pelo Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. A escola afirma que a quadra passa por adequações às normas de segurança e que todas as medidas necessárias já foram iniciadas. A agremiação também destacou a importância histórica e social de manter sua sede dentro da comunidade.
Interdição e manifestação da Mangueira
A Estação Primeira de Mangueira se manifestou após o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro comunicar a interdição do Palácio do Samba, alegando 'perigo sério e iminente' devido a rotas de fuga comprometidas e riscos aos frequentadores. A interdição está em vigor desde janeiro de 2024. A escola publicou nota em seu Instagram, com comentários desativados, esclarecendo que a quadra passa por um processo regular de adequação às normas de segurança. A presidente da agremiação, Guanayra Firmino, havia convidado o comandante dos bombeiros músicos para uma alvorada festiva no dia 28 de abril, em comemoração ao aniversário da escola, mas o pedido foi negado.
Compromisso com a comunidade e adequações em andamento
A Mangueira reforçou que todas as medidas necessárias para atender às exigências do Corpo de Bombeiros já foram iniciadas e estão sendo conduzidas dentro do prazo estabelecido, com acompanhamento técnico. A escola destacou que é a única do Grupo Especial a manter sua quadra dentro da própria comunidade, reafirmando seu compromisso com as raízes históricas, culturais e sociais do Carnaval carioca. A agremiação também criticou a tentativa de 'tirar o foco' do trabalho realizado pela atual gestão para resolver demandas pendentes de administrações anteriores.