Jaafar Jackson afirma que sequência de 'Michael' abordará polêmicas de abuso infantil sob a perspectiva do cantor
O ator Jaafar Jackson, que interpretou o cantor Michael Jackson no filme biográfico de sucesso de 1 bilhão de dólares, revelou que a sequência da obra buscará apresentar as alegações de abuso infantil sob o ponto de vista do artista. O primeiro filme, que terminou em 1987, evitou o tema devido a restrições legais de um acordo com uma das acusadoras. A nova produção, com previsão de lançamento entre o final de 2027 e início de 2028, pretende dar voz ao cantor em seus anos finais, enquanto a família defende que as narrativas atuais são impulsionadas por agendas externas. O primeiro filme foi um marco histórico, tornando-se o biopic de maior bilheteria de todos os tempos.
A visão da família
Jaafar Jackson, sobrinho de Michael Jackson e protagonista do primeiro filme, afirmou que a sequência oferecerá 'mais percepção do ponto de vista dele'. Ele ressaltou que as acusações de abuso são 'histórias de outras pessoas' e que a família busca garantir que a voz de Michael seja ouvida, especialmente em relação aos anos finais de sua vida. O ator enfatizou que o primeiro filme focou em suas raízes e na sua essência como ser humano antes da fama global.
Desafios de produção e contexto legal
O primeiro filme 'Michael' teve que ser editado e passou por refilmagens que custaram cerca de US$ 15 milhões porque o inventário de Michael Jackson não poderia legalmente retratar eventos envolvendo uma de suas acusadoras. Apesar disso, a Lionsgate confirmou que o desenvolvimento de 'Michael 2' está progredindo bem, com a intenção de explorar partes da história e do catálogo musical que não foram tocadas no primeiro longa.