Cuba alerta ONU para risco de catástrofe humanitária por agressões dos EUA e pede paz
O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, fez um alerta contundente no Conselho de Segurança da ONU sobre o risco de uma catástrofe humanitária na ilha devido às políticas de agressão dos Estados Unidos. Rodríguez classificou as medidas coercitivas dos EUA como 'desumanas' e pediu à comunidade internacional que atue para evitar um desastre. Ele também rejeitou a alegação de que Cuba representa uma ameaça à segurança nacional dos EUA, chamando-a de 'absurda e mentirosa'.
Discurso na ONU e críticas às sanções dos EUA
Durante o debate no Conselho de Segurança da ONU sobre a defesa dos propósitos da Carta das Nações Unidas, Bruno Rodríguez afirmou que as políticas coercitivas dos Estados Unidos 'matam e causam sofrimento' ao povo cubano. Ele alertou que, caso os EUA ordenem um ataque militar contra Cuba, seriam considerados 'criminosos de guerra'. Rodríguez também destacou que nenhuma justificativa pode ser dada para agressões ou atos desumanos, pedindo que os EUA 'deixem Cuba viver em paz'. O chanceler cubano reforçou que Cuba não é uma ameaça à segurança dos EUA, citando declarações do presidente Miguel Díaz-Canel, que afirmou que a ilha 'não é inimiga dos Estados Unidos'.
Relações com os EUA e impacto humanitário
Bruno Rodríguez ressaltou os 'laços profundos e fraternos' entre Cuba e o povo norte-americano, afirmando que a ilha continuará a receber viajantes e empresários dos EUA, apesar das restrições impostas. Ele criticou a 'plutocracia corrupta e imoral' dos EUA por usar narrativas de incompetência e corrupção do governo cubano para justificar sanções. O ministro também mencionou que as medidas dos EUA têm impacto direto na vida da população cubana, agravando crises humanitárias.