Filme 'Forbidden Fruits' Introduz Estética 'Pink Horror' com Trama sobre Culto em Shopping Mall
O filme de terror independente 'Forbidden Fruits' (2026) segue Pumpkin (Lola Tung) enquanto ela se infiltra em um culto de adolescentes em um shopping mall, conhecido como 'Fruits' - Apple (Lili Reinhart), Fig (Alexandra Shipp) e Cherry (Victoria Pedretti). A produção se destaca pela forte identidade visual, combinando elementos dos anos 90 com uma estética 'pink horror', que aborda pressões sociais enfrentadas por mulheres através do gênero terror.
Sinopse e Estética Visual
'Forbidden Fruits' acompanha a jornada de Pumpkin, que atua em um pretzel shop e se insere no grupo 'Fruits' para desvendar seus segredos. A narrativa se desenrola em um shopping mall, explorando a dinâmica entre as personagens femininas e um 'je ne sais quoi' sobrenatural que elas emanam. A estética do filme, descrita como um 'cult classic horror movie', remete à cultura dos anos 90, com lojas como a boutique 'Free Eden' evocando a moda de marcas como Free People e Altar'd State, além de referências a icônicas figuras da cultura pop. O filme mescla cenas de feitiçaria e rituais com o ambiente juvenil, como a 'seance scenes' entre momentos de 'dressing-room hookups' e 'blood-letting among glitter pens, sequins, and lace'.
O Conceito de 'Pink Horror'
O conceito de 'pink horror', aplicado ao filme, refere-se a obras que utilizam o gênero terror para discutir as pressões sociais enfrentadas pelas mulheres. A ambientação em um shopping mall, com elementos como canetas brilhantes, lantejoulas e rendas, complementa essa abordagem. A crítica compara a estética a um perfume da Victoria's Secret, associando-a a experiências de amizade tóxica e 'borderline homoerotic toxic frenemy era'. O filme é citado ao lado de 'The Love Witch' como exemplos de 'pink horror' moderno com foco na magia feminina e estética vibrante.