OpenAI e Anthropic disparam corrida cibernética global com novos modelos de IA
Os CEOs da OpenAI, Sam Altman, e da Anthropic, Dario Amodei, enfrentam pressão crescente após o lançamento dos modelos Mythos e GPT-5.5, que elevaram os riscos de ataques cibernéticos. Profissionais de segurança trabalham em ritmo acelerado para conter vulnerabilidades geradas por ferramentas de IA, que aumentam a produção de código com erros não detectados. A demanda por CISOs (Chief Information Security Officers) nunca foi tão alta, enquanto empresas e governos buscam soluções para proteger sistemas críticos.
Modelos de IA ampliam riscos cibernéticos
O lançamento dos modelos Mythos, da Anthropic, e GPT-5.5, da OpenAI, desencadeou uma onda de preocupações globais. Especialistas alertam que a automação de código por IA, embora aumente a produtividade, também introduz vulnerabilidades críticas. Isaac Evans, CEO da startup de segurança Semgrep, relatou que sua equipe encontrou duas falhas em seu próprio código, ambas geradas pelo produto Claude, da Anthropic. "Todos preveem que haverá muito mais hacking este ano", afirmou Evans. A OpenAI destacou iniciativas recentes para melhorar a segurança, como a página "Daybreak", que permite solicitações de varredura de segurança por desenvolvedores.
Pressão sobre profissionais de segurança
A demanda por CISOs (Chief Information Security Officers) atingiu níveis sem precedentes. Com o aumento do uso de bibliotecas de código externas e a proliferação de ferramentas de IA para desenvolvimento, os riscos de ataques cibernéticos se multiplicam. Empresas e governos estão em alerta máximo, buscando soluções para mitigar falhas que podem ser exploradas por hackers. A Anthropic não respondeu a pedidos de comentário sobre as medidas de segurança adotadas.