Arquiteta morre após cair de caminhonete em movimento na BR-163 em Campo Grande; polícia descarta feminicídio
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul descartou a hipótese de feminicídio na morte da arquiteta Ely da Silva Quevedo, de 53 anos, ocorrida em 13 de abril de 2026. Segundo investigações, a vítima se jogou da caminhonete em movimento na BR-163, no anel rodoviário de Campo Grande. O ex-marido, que dirigia o veículo, prestou depoimento e foi liberado.
Detalhes da investigação
A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) conduziu as investigações e concluiu que Ely da Silva Quevedo se lançou do veículo em movimento. A hipótese de feminicídio foi descartada após análise de imagens que esclareceram a dinâmica do ocorrido. O ex-marido da vítima, que dirigia a caminhonete, afirmou em depoimento que ela havia se jogado do carro. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou inicialmente o caso como acidente de trânsito, mas a presença de circunstâncias suspeitas levou ao envolvimento da Deam. Três linhas de apuração foram consideradas: acidente, suicídio ou feminicídio.
Circunstâncias da morte
Ely Quevedo caiu da caminhonete no km 482 da BR-163 e foi atropelada pelo próprio veículo. Equipes de resgate da concessionária da rodovia prestaram atendimento, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O ex-marido, que conduzia o veículo, foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos, mas foi liberado após depoimento.