Veteranos da Força Aérea, Marinha e Guarda Costeira dos EUA apresentam taxas mais altas de ELA
Um estudo que analisou registros de quase 10 milhões de veteranos entre 2000 e 2024 revelou que militares das forças aéreas, da marinha e da guarda costeira dos EUA apresentam taxas de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) de 15% a 29% superiores aos veteranos do Exército. Além disso, oficiais masculinos apresentaram um risco 64% maior de desenvolver a doença em comparação com militares de baixa patente. Embora a causa exata não tenha sido identificada, pesquisadores sugerem que as diferentes condições de trabalho, como exposição a substâncias químicas, estresse psicossocial e fatores ambientais, podem contribuir para o aumento do risco.
Estudo aponta riscos diferenciados
O estudo, publicado no periódico Neurology, analisou cerca de 14.500 diagnósticos de ELA. Os pesquisadores observaram que, embora a ELA seja uma doença rara e o risco geral permaneça baixo, as disparidades entre as forças armadas e entre os postos de comando são estatisticamente significativas. O estudo destaca que homens com menos de 61 anos apresentaram diferenças mais acentuadas do que aqueles acima de 75 anos.