Marina Silva denuncia ataque e pede investigação por violência política de gênero
A defesa da candidata ao Senado por São Paulo, Marina Silva, protocolou uma representação junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para investigar um ataque ocorrido durante um ato de campanha. Marina relatou ter sido abordada por um homem desconhecido que agiu com agressividade e hostilidade. A defesa classifica o episódio como um caso grave de misoginia eleitoral e violência política de gênero, que gera um efeito intimidatório coletivo e atenta contra a democracia.
Detalhes do Incidente
O ataque ocorreu durante uma caminhada com mulheres na região central de São Paulo, em um evento de Fernando Haddad. Marina Silva relatou que o homem a agarrou no ombro e proferiu palavras hostis antes de ser contido por assessores. A candidata afirmou que o comportamento agressivo tem sido recorrente contra os candidatos durante o período eleitoral.
Medidas Jurídicas
Os advogados da candidata solicitaram a instauração de inquérito policial, preferencialmente pela Polícia Federal, para apurar crimes previstos no Código Eleitoral. Além da investigação criminal, a defesa busca medidas protetivas para impedir que o autor do ataque se aproxime ou entre em contato com a candidata.