Pilotos de F-16 dos EUA voam em missão crítica dentro do Irã durante Operação Midnight Hammer e enfrentam escassez de combustível
Seis pilotos de F-16 da Força Aérea dos EUA receberam a Distinguished Flying Cross por heroísmo durante a Operação Midnight Hammer em junho de 2025. A missão envolveu escoltar bombardeiros B-2 em território iraniano, neutralizar defesas aéreas hostis e retornar com níveis críticos de combustível. Documentos revelam desafios logísticos e replanejamento em voo sob alto risco.
Detalhes da missão e desafios enfrentados
Durante a Operação Midnight Hammer, seis pilotos de F-16 do 55º Esquadrão de Caça foram responsáveis por uma missão de supressão de defesas aéreas inimigas (SEAD) e contra-ataque ofensivo para garantir a passagem segura de bombardeiros B-2 Spirit. Os F-16, aeronaves não furtivas, voaram cerca de 300 milhas (480 km) dentro do espaço aéreo iraniano, fortemente defendido, para atingir alvos estratégicos, incluindo instalações nucleares. As citações de premiação destacam interrupções no reabastecimento aéreo e a necessidade de replanejamento em voo, o que aumentou os riscos operacionais. Após a missão, os pilotos enfrentaram níveis de combustível 'criticamente baixos', exigindo precisão extrema para retornar à base.
Condecorações e reconhecimento
Os seis pilotos foram condecorados com a Distinguished Flying Cross, uma honraria concedida por heroísmo ou realização extraordinária em voo. As citações fornecidas pela Força Aérea dos EUA detalham as ações dos aviadores, que incluíram a neutralização de sistemas de defesa aérea iranianos e a escolta dos B-2 até seus alvos. Especialistas, como o ex-piloto de F-16 e instrutor do TOPGUN da Marinha Vincent Aiello, destacaram a raridade de tais documentos revelarem decisões críticas tomadas sob pressão e as consequências de erros durante operações de alto risco.