Estúdio anuncia potencial franquia cinematográfica após sucesso de 'Michael', biopic de Michael Jackson
O filme 'Michael', biopic sobre Michael Jackson, quebrou recordes de bilheteria ao arrecadar US$ 217 milhões globalmente, superando 'Oppenheimer' como a maior estreia de um filme biográfico. Com custo de produção de quase US$ 200 milhões, incluindo refilmagens no terceiro ato, o filme já é considerado lucrativo. Apesar de críticas por 'embranquecimento' e omissão de alegações de abuso infantil, o chairman da Lionsgate, Adam Fogelson, afirmou que há potencial para pelo menos mais um filme, sugerindo uma possível franquia.
Sucesso de bilheteria e potencial franquia
O filme 'Michael', que retrata a vida de Michael Jackson, alcançou a maior estreia global para um biopic, com US$ 217 milhões em bilheteria, superando o recorde anterior de 'Oppenheimer' (US$ 174 milhões em 2023). O filme teve um orçamento de quase US$ 200 milhões, incluindo US$ 15 milhões gastos em refilmagens do terceiro ato. Segundo Adam Fogelson, chairman do Lionsgate Motion Picture Group, o sucesso comercial abre portas para uma franquia cinematográfica. Fogelson destacou que uma narrativa mais completa da vida de Jackson poderia ser explorada em múltiplos filmes, sem as limitações de uma única produção.
Controvérsias e cenas cortadas
O filme 'Michael' foi criticado por suposto 'whitewashing' e por não abordar as alegações de abuso infantil contra Jackson. Segundo relatos da Variety, o roteiro original incluía uma cena em que policiais chegavam ao Neverland Ranch em 1993 para buscar evidências de abuso, mas a sequência foi cortada da versão final. Fogelson sugeriu que cenas filmadas para o terceiro ato, mas não utilizadas, poderiam ser aproveitadas em uma possível sequência. Colman Domingo, que interpreta Joe Jackson, pai de Michael, também mencionou que uma continuação poderia explorar as alegações de abuso.