Jain Global e Millennium avançam em acordo exclusivo, mas futuro da divisão de ações fundamentais permanece incerto
O acordo de exclusividade entre a Millennium, de Izzy Englander, e a Jain Global, fundada por Bobby Jain em 2024, avança com impactos limitados à maioria das operações. No entanto, a divisão de ações fundamentais, liderada por Townie Wells, enfrenta incertezas após perdas de quatro gestores de portfólio e desempenho abaixo do esperado em 2026. A unidade é avaliada para definir seu futuro dentro da nova estrutura.
Contexto do acordo e impactos operacionais
Anunciado há quase um mês, o acordo de exclusividade entre a Millennium e a Jain Global visa consolidar uma parceria estratégica menos de dois anos após o lançamento da Jain Global, que iniciou operações com US$ 5,3 bilhões em capital. Enquanto a maior parte das equipes de investimento e suporte operacional mantém suas atividades normais, com garantia de remuneração até o fim de 2026, a divisão de ações fundamentais é a única área com futuro incerto. Bobby Jain, fundador da Jain Global, dedicou mais tempo a essa unidade no início do ano, segundo fontes próximas.
Desafios na divisão de ações fundamentais
Liderada por Townie Wells, ex-gestor de portfólio da Citadel, a divisão de ações fundamentais enfrenta dificuldades desde o início de 2026, influenciadas por turbulências no mercado. Quatro gestores de portfólio deixaram a unidade este ano: Michael Scheer (ex-Citadel, agora na Walleye), Costas Constantinides (ex-Millennium), Evan Fiedler (ex-D1) e Niels Heilmann (ex-Elion Investments, empresa de portfólio da Millennium). A Jain Global avalia o futuro da divisão, incluindo a possibilidade de manter Wells em seu cargo, mas nenhuma decisão final foi tomada.