Empresária do Maranhão é denunciada por torturar doméstica grávida de 5 meses com requintes de crueldade
Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, empresária do Maranhão, foi exposta em áudios divulgados pela imprensa após torturar Samara, uma jovem de 19 anos grávida de 5 meses que trabalhava como empregada doméstica em sua residência. Os relatos incluem agressões físicas brutais, ameaças com arma de fogo e um ambiente de impunidade que envolve suporte de terceiros e possíveis conivências institucionais.
Detalhes da agressão e contexto
A vítima, Samara, foi submetida a um longo período de tortura no dia 17 de abril de 2026, conforme descrito em áudios enviados pela agressora a um grupo de WhatsApp. Carolina Sthela Ferreira dos Anjos relatou com naturalidade as agressões, que incluíram tapas, murros, pisões nos dedos da vítima e ameaças com arma de fogo contra a jovem e seu bebê. Em um dos áudios, a empresária afirmou: 'Quase uma hora essa menina no massacre, e tapa e murro e pisava nos dedos. Tudo que vocês imaginarem de doidice, era eu e ele fazendo'. A torturadora também mencionou que sua mão ficou inchada e os dedos roxos devido à intensidade das agressões. Os áudios foram divulgados pela imprensa no dia 5 de maio, quase três semanas após o crime.
Impunidade e suporte social
A postura da agressora ao compartilhar os detalhes do crime em um grupo de WhatsApp sugere um ambiente de apoio e conivência entre seus contatos. A sensação de proteção demonstrada por Carolina Sthela pode estar ligada não apenas ao seu status social e cor da pele, mas também a possíveis conexões com agentes do Estado. A reportagem levanta questionamentos sobre a identidade dos membros do grupo e o tipo de conteúdo compartilhado entre eles, que aparentemente normaliza a violência e a criminalidade. A impunidade inicial do caso reforça a necessidade de investigações mais profundas sobre redes de proteção a agressores.