Fundador de startup de IA dorme no escritório e trabalha 7 dias por semana para evitar fracasso
Nico Laqua, cofundador da startup de IA Corgi, revelou em podcast que trabalha sete dias por semana, dorme apenas três horas por noite e mantém um colchão no escritório. A empresa, avaliada em US$ 2,6 bilhões, adotou uma cultura de trabalho extrema para alcançar sucesso rápido no mercado de seguros com inteligência artificial.
Rotina de trabalho extrema
Nico Laqua, cofundador da Corgi, uma startup de IA focada em seguros, detalhou sua rotina de trabalho em entrevista ao podcast '20VC'. Ele afirmou que trabalha sete dias por semana, dorme cerca de três a quatro horas por noite e mantém um colchão no escritório da empresa. Laqua também mencionou que costumava tomar banho em uma academia próxima, que fechava cedo, às 20h nas sextas-feiras. Sua filosofia de trabalho prioriza o sucesso da startup em detrimento de sua expectativa de vida, declarando: 'Prefiro medir minha vida em vitórias do que em anos'.
Crescimento acelerado da Corgi
Fundada em 2024, a Corgi alcançou o status de unicórnio em maio de 2026, após levantar uma rodada Série B com valuation de US$ 1,3 bilhão. Três semanas depois, a empresa realizou uma rodada Série B1, elevando seu valuation para US$ 2,6 bilhões. O crescimento rápido reflete a estratégia agressiva de Laqua, que inclui a adoção de uma cultura de trabalho intensa, comum entre fundadores de startups de IA.
Tendência de 'grindset' no setor de tecnologia
Laqua não está sozinho em sua abordagem extrema de trabalho. Muitos fundadores de startups de tecnologia têm adotado o modelo '996' — trabalhar das 9h às 21h, seis dias por semana —, além de abrir mão de hábitos como consumo de álcool e vida social. A prática de dormir no escritório também foi observada por outros empreendedores, conforme relatado em visitas a apartamentos de fundadores de startups.