Incêndio destrói templo histórico no Japão e chama sagrada de 1.200 anos é preservada
Um incêndio destruiu o salão Reikado do templo Daishō-in, na ilha de Miyajima, província de Hiroshima, no Japão, em 20 de maio de 2026. O local abrigava a 'Chama Eterna', considerada sagrada e que queimava há mais de 1.200 anos. Autoridades confirmaram que a chama não foi danificada, pois suas brasas são mantidas separadamente. O templo é associado ao monge Kukai e a chama também originou a 'Chama da Paz', no Parque Memorial da Paz de Hiroshima.
Detalhes do incêndio e histórico do templo
O incêndio atingiu o templo Daishō-in, localizado na ilha de Miyajima, na província de Hiroshima, no dia 20 de maio de 2026. O salão Reikado, completamente destruído pelo fogo, era um dos principais edifícios do templo e abrigava a 'Chama Eterna', uma chama sagrada que, segundo a tradição, queimava ininterruptamente há mais de 1.200 anos. O templo é historicamente ligado ao monge Kukai, nascido em 774, que realizou treinamentos ascéticos no local. O salão Reikado já havia sido afetado por incêndios em ocasiões anteriores, mas desta vez a estrutura não resistiu.
Preservação da 'Chama Eterna' e significado cultural
Apesar da destruição do salão Reikado, autoridades do templo Daishō-in confirmaram que a 'Chama Eterna' foi preservada. As brasas da chama são mantidas separadamente, o que evitou danos ao símbolo sagrado. A chama também é conhecida por ter originado a 'Chama da Paz', localizada no Parque Memorial da Paz de Hiroshima, um marco histórico e cultural do Japão. A perda do salão Reikado representa um golpe para o patrimônio cultural da região, mas a preservação da chama oferece um alento à comunidade e aos visitantes do templo.