Irã se declara preparado para confronto após Trump prorrogar cessar-fogo; novas regras do Minha Casa, Minha Vida entram em vigor
O governo do Irã afirmou estar totalmente preparado para um confronto militar após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogar o cessar-fogo entre os países. Enquanto isso, novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida passam a valer no Brasil, ampliando limites de renda e valores de financiamento. A CCJ da Câmara também vota relatório que pode alterar a escala 6x1 no país.
Tensão geopolítica entre EUA e Irã
O Irã declarou estar 'totalmente preparado' para um confronto militar após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogar o cessar-fogo entre os dois países. A medida foi anunciada horas antes do fim do prazo anterior, mantendo o bloqueio naval no Estreito de Ormuz. O governo iraniano, no entanto, negou ter solicitado a extensão do cessar-fogo e reforçou sua disposição para retaliar qualquer ação militar dos EUA. Analistas alertam para o risco de escalada do conflito, que já impacta mercados globais e a segurança energética.
Minha Casa, Minha Vida: novas regras em vigor
A partir desta quarta-feira (22), entram em vigor as novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida, que ampliam os limites de renda familiar e os valores máximos de financiamento. As mudanças visam atender a um público maior, incluindo famílias com renda mensal de até R$ 8 mil nas áreas urbanas e R$ 96 mil anuais nas áreas rurais. Os valores dos imóveis financiados também foram reajustados, variando entre R$ 170 mil e R$ 350 mil, dependendo da localidade. O governo federal projeta que as alterações beneficiem cerca de 2 milhões de famílias até 2027.
CCJ da Câmara vota relatório sobre escala 6x1
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados vota nesta quarta-feira (22) o relatório que autoriza a tramitação de propostas para o fim da escala 6x1, regime de trabalho que prevê seis dias de trabalho seguidos por um de descanso. O tema gera polêmica entre parlamentares, sindicatos e empregadores, com defensores argumentando que a mudança trará mais flexibilidade e críticos alertando para possíveis prejuízos aos direitos trabalhistas. O resultado da votação pode definir o futuro da legislação trabalhista no país.