Google Maps Integra IA Gemini para Aprimorar Contribuições e Monitoramento
O Google Maps está implementando melhorias com o uso da IA Gemini para otimizar a experiência de seus contribuidores, facilitando a criação de legendas e a gestão de informações. Paralelamente, o Google Earth liberou imagens de satélite de alta resolução para auxiliar na fiscalização de desmatamentos no Brasil.
Aprimoramentos nas Contribuições do Google Maps com Gemini
O Google anunciou atualizações para os contribuidores do Google Maps, que incluem ferramentas assistidas pelo Gemini. Uma dessas novidades é um recurso para auxiliar na criação de legendas para fotos enviadas, visando simplificar o processo de compartilhamento e o acompanhamento do impacto individual. Uma ferramenta ainda não pública, denominada "Tell Maps", também utiliza o Gemini para otimizar o fluxo de trabalho de contribuições.
Google Earth Libera Imagens de Satélite de Alta Resolução para Monitoramento no Brasil
Em parceria com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Google Earth disponibilizou um novo mapa com imagens de satélite de alta resolução de paisagens brasileiras, datadas de 2008. O objetivo é aprimorar a fiscalização do desmatamento, identificando com maior facilidade mudanças que afetam a conservação da natureza e da biodiversidade. Anteriormente, o governo utilizava imagens de baixa resolução que dificultavam a visualização de desmatamentos em menor escala. O processamento incluiu a remoção de nuvens e distorções, gerando novas imagens com qualidade até seis vezes superior às antigas, permitindo a visualização precisa de áreas florestais detalhadas em regiões como Mato Grosso, Maranhão, Tocantins, Rondônia e Pará.
Estudo Aponta Falhas em Resumos de IA do Google
Uma análise da startup Oumi, encomendada pelo The New York Times, indica que os Resumos de IA do Google cometem erros em aproximadamente 10% das respostas. A pesquisa avaliou 4.326 buscas, observando que, embora a precisão tenha aumentado com o Gemini 3 (de 85% para 91%), a frequência de citações a fontes inconsistentes e o uso de conteúdos frágeis também cresceram. Em 56% das respostas corretas, os links de apoio não sustentavam completamente a informação apresentada.