WhatsApp já foi pago: app cobrava US$ 1 por ano até 2016 e liberava uso após período de teste
O WhatsApp, hoje gratuito, já cobrou uma taxa anual de US$ 1 por usuário para manter o serviço ativo após o primeiro ano de uso gratuito. A prática, adotada até janeiro de 2016, permitia que muitos usuários continuassem utilizando o app mesmo sem pagar, similar ao modelo do WinRAR. A Meta, atual proprietária, abandonou a cobrança por considerar a abordagem ineficaz e passou a explorar outras fontes de receita, como APIs para empresas e anúncios.
Modelo de cobrança e funcionamento
O WhatsApp adotou um modelo de assinatura anual no qual os usuários recebiam um ano de uso gratuito após a criação da conta. Após esse período, era necessário pagar US$ 1 por ano para continuar utilizando o serviço. No entanto, relatos de usuários indicam que muitos conseguiam acessar o aplicativo mesmo sem efetuar o pagamento, uma prática que lembra o funcionamento do WinRAR, que permite uso contínuo após o término do período de teste. A cobrança foi oficialmente removida em janeiro de 2016, quando a empresa reconheceu que a estratégia não era eficaz, especialmente em regiões onde o acesso a cartões de crédito ou débito era limitado.
Transição para novas fontes de receita
Com o fim da cobrança anual, o WhatsApp buscou alternativas para monetizar sua plataforma. Entre as estratégias adotadas estão o acesso à API para empresas, permitindo integrações comerciais, e a veiculação de anúncios. Recentemente, a Meta começou a testar o WhatsApp Plus no Brasil, uma assinatura opcional que oferece benefícios como personalização de cores na interface e novos ícones, marcando uma nova fase na busca por receitas recorrentes.