Saccharine: Novo filme de terror explora horror corporal e cultura da dieta com trailer exclusivo
O filme de terror australiano 'Saccharine', dirigido por Natalie Erika James, estreia em 22 de maio de 2026 com uma abordagem perturbadora sobre uma moda de emagrecimento envolvendo cinzas humanas. A produção, estrelada por Midori Francis, Danielle Macdonald e Madeleine Madden, mistura horror sobrenatural e críticas à cultura da dieta, explorando inseguranças e traumas relacionados ao corpo.
Enredo e temática
'Saccharine' acompanha Hana, uma estudante de medicina atormentada por uma força sinistra após participar de uma moda obscura de perda de peso: a ingestão de cinzas humanas. O filme, descrito como um 'terror corporal sobrenatural', expõe as inseguranças profundas da protagonista, que se vê perseguida por um poltergeist enquanto luta contra impulsos autodestrutivos. A diretora Natalie Erika James, conhecida por obras como 'Relic' e 'Apartment 7A', utiliza o gênero para criticar padrões sociais relacionados à aparência e ao peso, transformando a jornada de Hana em uma metáfora sobre aceitação e cura.
Produção e elenco
Produzido pelas empresas Carver Films e Thrum Films, 'Saccharine' conta com financiamento da Screen Australia, XYZ Films, IPR.VC e Stan, além de apoio da VicScreen. O elenco principal inclui Midori Francis ('Grey’s Anatomy'), Danielle Macdonald ('Patti Cake$') e Madeleine Madden ('The Wheel of Time'). O filme foi classificado como R pela MPA (Motion Picture Association) devido a cenas de 'conteúdo perturbador, imagens macabras, sexualidade, uso de drogas, nudez gráfica e linguagem'.
Recepção e expectativas
O trailer exclusivo divulgado pelo Bloody Disgusting destaca a originalidade da abordagem de James, que inova no subgênero de horror corporal ao focar não apenas nos aspectos físicos, mas também nos psicológicos. Em sua crítica no Sundance, o site ressaltou que o filme mantém o gênero 'fresco' ao explorar a relação entre a protagonista e um espectro vingativo, que amplifica suas inseguranças. A diretora descreveu a obra como uma 'carta de amor' para aqueles que lutam contra padrões corporais opressivos, enfatizando que a cura é um processo contínuo e não um destino final.