Netanyahu diz que Israel vai 'expandir zona-tampão' no Líbano; Canadá, Austrália e França condenam planos
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quarta-feira (25) que seu Exército irá expandir a 'zona-tampão' no Líbano, uma faixa de território usada como contenção entre frentes de combate. Em publicação na rede social X, Netanyahu justificou a medida para 'eliminar a ameaça de mísseis antitanque'. Em resposta, os governos do Canadá, Austrália e França condenaram veementemente os planos de Israel, alertando que a soberania e a integridade territorial libanesas 'não devem ser violadas' e expressando solidariedade ao Líbano.
Expansão da Zona de Segurança por Israel
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, anunciou a intenção de seu Exército de expandir a 'zona-tampão' no Líbano. Ele explicou que a medida visa 'eliminar a ameaça de mísseis antitanque', buscando criar uma área de segurança mais ampla para proteger suas fronteiras. Esta declaração ocorre em um contexto de ataques israelenses a alvos estratégicos no sul do Líbano, intensificando as tensões na fronteira e gerando preocupação com uma escalada militar.
Condenação Internacional
Os planos de Israel de expandir sua presença no sul do Líbano foram recebidos com forte condenação internacional. Os governos do Canadá, Austrália e França emitiram declarações veementes, alertando que a 'soberania e a integridade territorial libanesas não devem ser violadas'. O Ministério das Relações Exteriores canadense, por exemplo, expressou 'solidariedade' ao governo e ao povo libanês, instando todas as partes a 'agir de acordo com o direito internacional' e evitar uma escalada ainda maior do conflito na região.