NFL defende modelo de transmissão de jogos em streaming e rebate críticas de emissoras tradicionais
Executivos da NFL classificaram como 'estranhas' as reclamações de emissoras tradicionais sobre a migração de jogos para plataformas de streaming. O COO Hans Schroeder e o vice-presidente executivo Jeff Miller destacaram que o atual modelo de direitos de mídia é o 'mais amigável para os fãs', durante conferência realizada em 15 de maio de 2026. A liga reforçou seu compromisso com a expansão digital, apesar das resistências do setor de TV aberta e por assinatura.
Contexto e reações do setor
A NFL enfrentou críticas recentes de broadcasters tradicionais, incluindo declarações do ex-presidente Donald Trump, que questionaram a estratégia de priorizar transmissões em streaming. Schroeder e Miller, durante uma conferência de mídia, defenderam a abordagem da liga, argumentando que a diversificação de plataformas — como Amazon Prime Video, Peacock e ESPN+ — amplia o acesso dos torcedores aos jogos. 'Nosso modelo é projetado para atender às demandas dos fãs, não apenas dos parceiros de mídia', afirmou Schroeder. A liga negou que a mudança prejudique as emissoras, destacando que os contratos atuais garantem visibilidade tanto em TV quanto em digital.
Impacto nos direitos de transmissão
A NFL renovou recentemente acordos de direitos de mídia avaliados em mais de US$ 110 bilhões, com parcelas significativas destinadas a plataformas de streaming. O movimento reflete uma tendência global de consumo de conteúdo esportivo, onde serviços como DAZN e Netflix já investem bilhões em direitos exclusivos. Miller reforçou que a liga continuará a explorar parcerias inovadoras, incluindo a possibilidade de transmissões interativas e personalizadas. 'O futuro do esporte na tela é híbrido, e estamos preparados para liderar essa transição', declarou.